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13 dezembro 2011
23 agosto 2011
Posto de Saúde da Família é reinaugurado após Incêndio
A Unidade de Saúde Familiar (USF) Canabrava na Bahia foi reinaugurada oficialmente nesta quinta-feira (18). O posto foi reformado após um incêndio ocorrido no dia 30 de maio, que danificou salas, equipamentos e materiais de consumo.
A USF Canabrava, inaugurada em dezembro de 2004, funciona das 08 às 17 h, atendendo diariamente, segundo a Secretaria Municipal da Saúde, cerca de 200 pessoas cadastradas no Programa de Saúde da Família. As equipes são compostas por quatro médicos, dois dentistas, dois auxiliares odontológicos, quatro enfermeiros, oito técnicos de enfermagem, um técnico laboratorial e 19 agentes comunitários.
Fonte: correio24horas
03 novembro 2010
Equipes do Programa de Saúde da Família é Ampliada em Recife
A Prefeitura do Recife irá ampliar o Programa de Atenção Básica de Apoio à Saúde Família (NASF). Agora, serão 11 equipes destinadas ao programa. Até então, eram apenas seis. O acréscimo das cinco novas equipes foi anunciada pelo secretário de Saúde do Recife, Gustavo Couto, nesta quarta-feira, na Unidade de Saúde da Família (USF) Bernard Van Leer, localizada na Rua Francisco Valpassos, em Brasília Teimosa.
As novas equipes atuarão no Distrito VI, que compreende os bairros de Boa Viagem, Brasília Teimosa, Cohab, Ibura, Imbiribeira, Ipsep, Jordão e Pina. Esses profissionais trabalharão conjuntamente com a equipe de Saúde da Família, reforçando o cuidado com os usuários da rede municipal e fazendo os encaminhamentos para os serviços especializados. As ações previstas são atendimentos compartilhados, discussões de casos, construção de projetos terapêuticos, visitas domiciliares e apoio na instituição. O trabalho do grupo também será identificar no território as necessidades dos pacientes, auxiliando com a assistência integral à saúde, por meio de um atendimento humanizado.
Fonte: pernambuco.com
02 setembro 2010
Queda da desnutrição em todo o país reduz desigualdades regionais
Pesquisa divulgada pelo IBGE confirma avanços expressivos no combate à desnutrição, mas alerta para crescimento acelerado da obesidade.
O Ministério da Saúde comemorou os números divulgados pelo IBGE que revelam a diminuição acentuada da desnutrição em todas as faixas de renda e em todas as regiões do país.
O Ministério da Saúde comemorou os números divulgados pelo IBGE que revelam a diminuição acentuada da desnutrição em todas as faixas de renda e em todas as regiões do país.
De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009), financiada pelo ministério e divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (27), o Nordeste é o território que mais reduziu os índices de desnutrição infantil, alcançando percentuais próximos aos do Sudeste e aos do Centro Oeste, que historicamente apresentavam índices menores.
Caso a tendência seja mantida, o problema da desnutrição crônica, que é medida pelo déficit de altura em crianças, será superado na próxima década. “A desnutrição despenca rapidamente no país graças aos programas sociais e à atuação do Saúde da Família para orientar padrões alimentares”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no lançamento dos resultados da pesquisa. “O recente Congresso Mundial de Obesidade, que reuniu os maiores especialistas da Europa nesta área, apontou dois países que estão na vanguarda de políticas para o enfrentamento dessa situação: Inglaterra e Brasil”, completou.
O excepcional declínio do problema da desnutrição nesta década está associado às melhorias observadas no poder aquisitivo das famílias de menor renda, com a valorização do salário mínimo e à complementação da renda; ao aumento da escolaridade das mães; à universalização do ensino fundamental e à ampliação da cobertura de serviços básicos de saúde e saneamento. Porém, os resultados da POF reforçam alerta sobre uma das principais preocupações com relação à saúde da população: o acelerado crescimento da obesidade em todas as faixas etárias.
A população brasileira melhorou muito em relação à desnutrição e ao déficit de altura. Mas, por outro lado, está engordando, fazendo pouca atividade física, está mudando o padrão alimentar de forma inadequada, o que acende a luz vermelha”, destacou Temporão. Segundo a POF, metade da população adulta está acima do peso considerado ideal. O desequilíbrio entre ingestão e utilização de calorias revela uma mudança nos padrões de alimentação dos brasileiros, que estão substituindo alimentos tradicionais por industrializados.
"As famílias estão gastando mais com refeições fora de casa, incluindo as chamadas fast food (comida rápida), comidas gordurosas. Tem menos feijão no prato do brasileiro, menos saladas, o que acaba contribuindo com o excesso de peso dos brasileiros", observou o ministro.
Atento a esse cenário, o governo federal vem promovendo medidas voltadas à promoção da alimentação saudável no Brasil com forma de reverter este quadro. Esta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que instituiu a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional para articular e integrar as diversas ações desenvolvidas pelos ministérios; entre eles, o da Saúde. O objetivo da Política é estimular o consumo de alimentos saudáveis e água. O Programa Nacional de Alimentação Escolar do Ministério da Saúde é parte dessa política e funciona integrado à produção local de alimentos e à agricultura familiar, que fornece frutas, legumes e verduras usados na merenda escolar.
AÇÕES – Por meio da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), o Ministério da Saúde desenvolve diferentes medidas para a promoção da alimentação saudável no país. “O Brasil tem que qualificar, aperfeiçoar e trabalhar de maneira mais radical as políticas de governo que envolvam toda a sociedade no enfrentamento deste grande problema de saúde pública”, alertou Temporão.
Em todo o país, 12 mil unidades básicas de saúde oferecem o serviço de vigilância nutricional. Além disso, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família contam com profissionais de nutrição e educação física aptos a orientar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Outra importante iniciativa para o combate à obesidade foi o acordo estabelecido, em dezembro de 2008, entre o Ministério da Saúde e a indústria de alimentos para a redução dos níveis de gordura, sal e açúcar dos produtos oferecidos no mercado. A medida permitiu a eliminação de gorduras trans dos alimentos processados.
O Ministério da Saúde também lançou em 2006 o Guia Alimentar para a População Brasileira. Trata-se da primeira vez que foi lançada uma orientação oficial para gestores, profissionais de saúde e população sobre alimentação saudável. Ainda, nutricionistas foram inseridos no apoio às equipes de saúde da família, com a criação do Núcleo de Apoio ao Saúde da Família (Nasf). Atualmente 1.132 unidades do Nasf estão habilitadas em todo o país. Além disso, por meio do Saúde na Escola, leva orientação à estudantes.
EXCESSO DE PESO – De acordo com o estudo do IBGE, o excesso de peso entre os homens acima dos 20 anos ultrapassa metade da população em três regiões do país: Sul (56%) e o Sudeste (52,4%) e o Centro Oeste (51%). Enquanto o excesso de peso entre as mulheres ultrapassa a metade da população apenas na região Sul (51,6%).
A tendência é a mesma também entre os adolescentes, apesar do ritmo de crescimento ser menor que entre os adultos. Entre o sexo masculino, a taxa de excesso de peso era de 16,7% na POF de 2003 e passou para 21,7% na pesquisa atual, enquanto que entre o sexo feminino esse número passou de 15,1% para 19,4%.
DESNUTRIÇÃO INFANTIL – Segundo a POF 2008-2009, em duas décadas, o Nordeste teve uma redução de mais de três vezes nos índices de desnutrição em crianças de cinco a nove anos. Antes, 24,5% dos meninos e 23,6% das meninas tinham déficit de altura, hoje os números são de 7,9% e de 6,9% para cada um dos sexos.
A POF demonstra que diminuíram as desigualdades sociais relacionadas ao déficit de altura em crianças. Há 20 anos, a diferença entre a menor e a maior classe de renda era de nove vezes na faixa etária de cinco a nove anos. Atualmente, essa razão entre os 20% mais pobres e os 20% mais ricos (seguindo os mesmos parâmetros) é de três vezes.
Em 2008, a pesquisa “Saúde Brasil” do Ministério da Saúde já mostrava que mostrou que a ampliação do acesso à alimentação estava contribuindo para o aumento da estatura das crianças brasileiras. O estudo revelou que o que o déficit de altura nas meninas menores de cinco anos, um dos principais indicadores de desnutrição, caiu 85% de 1974 a 2007. Entre os meninos, a redução foi de 77% no mesmo período.
SAÚDE DO ESCOLAR – Nesta sexta-feira (27), o IBGE também divulgou a segunda parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). De acordo com o estudo, a maioria dos adolescentes brasileiros apresenta estado nutricional adequado, com peso e altura compatíveis – 74%. A PeNSE mostra que 23,2% dos estudantes estão acima do peso e 2,9%, abaixo. Foram colhidos os dados antropométricos de quase 59 mil alunos de 13 a 15 anos.
Para este grupo populacional, o Ministério da Saúde promove – por meio do Programa Saúde na Escola (PSE) – ações educativas junto a alunos, pais e professores, inclusive, com distribuição de material didático para orientar ações nas escolas. A parceria leva profissionais das Equipes de Saúde da Família (ESF) para dentro das salas de aula.
As equipes também fazem a vigilância nutricional de toda a população, inclusive àquelas beneficiadas pelo Bolsa Família. O monitoramento do estado nutricional da população fez com que o Ministério da Saúde passasse a fornecer suplementos alimentares às famílias atendidas pelos dois programas (Saúde da Família e Bolsa Família), como ferro, ácido fólico e vitamina A.
Além do PSE, o ministério coordena outras iniciativas voltadas à prevenção do excesso de peso. A Rede Nacional de Promoção de Saúde é uma dessas medidas, empreendida pelo governo em 2006 e que, atualmente, é integrada por 1,5 mil municípios.
“Essas cidades recebem investimento federal para elaborar e manter projetos esportivos ou lúdicos que motivam as pessoas a se movimentar, incluindo adolescentes”, explica o ministro Temporão. No decorrer deste ano, R$ 56 milhões serão repassados aos municípios para que eles apliquem os recursos em ações dessa natureza. De 2006 a 2009, o investimento para as secretarias municipais que compõem a Rede Nacional de Promoção de Saúde foi de R$ 122,4 milhões.
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30 agosto 2010
Olinda recebe ações educativas de combate ao fumo
O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado neste domingo (29), inspira ação especial da Secretaria de Saúde de Olinda nesta segunda-feira (30):dentistas, enfermeiros e médicos ministram uma série de palestras na Unidade Saúde da Família da Cohab/Peixinhos.
Também haverá exibição de vídeos, distribuição de material educativo, exames de prevenção de lesões bucais, distribuição de kits odontológicos.
Também haverá exibição de vídeos, distribuição de material educativo, exames de prevenção de lesões bucais, distribuição de kits odontológicos.
Especialistas advertem que mulher tem mais dificuldade de parar de fumar do que o homem.
O cronograma continua na próxima quinta-feira (2), quando, a partira das 9h, a Policlínica da Mulher de Olinda receberá o Título de Unidade de Saúde Livre de Fumo. Será lançado ainda o primeiro grupo de tratamento do tabagismo exclusivo para mulheres de Olinda, que tem o tema Tabagismo e Gênero – aprofundando o olhar e o cuidado com a saúde da mulher.
Leia mais em pernambuco.com
11 agosto 2010
Unidade de Saúde da Família de Camaragibe está em situação precária
O prédio onde funciona o posto dos loteamentos São Pedro e São Paulo ainda é muito mal cuidado, sem identificação e cheia de mato
Quase duas mil famílias de uma área de Camaragibe, na Região Metropolitana (RMR), são atendidas por um único posto de saúde. Mesmo assim, faltam médicos. O prédio onde funciona o posto dos loteamentos São Pedro e São Paulo ainda é muito mal cuidado.
A fachada do posto não tem nenhuma indicação. A luz do poste fica acesa de dia. Existe muito mato no local. É a Unidade de Saúde da Família do bairro de São Pedro. É possível encontrar a grade fechada. O atendimento é precário, dizem os pacientes. “Para a gente conseguir uma ficha, a gente tem que dormir”, disse a dona de casa Suely da Silva.
“Queria médico, mas não tem. Se tivesse, ia ter que dormir para pegar a ficha”, afirmou a dona de casa Nelita Messias. O mato também está no quintal. Bichos invadem o posto, dizem os vizinhos, que querem providências.
“Nós temos 43 unidades. Nossa conta é que faltam seis médicos. Vamos abrir um edital para contratar esses médicos que faltam. O salário é de R$ 5.500 para trabalhar, e exigimos apenas a responsabilidade do médico”, disse a secretária de Saúde de Camaragibe, Ricarda Samara.
A secretária garantiu que, no próximo mês, o edital estará pronto. “No dia 1º de setembro, vamos estar concluindo o edital. As especialidades que faltam é saúde da família”, afirmou.
Da Redação do pe360graus.com
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30 julho 2010
Atribuições dos membros das Equipes de Saúde da Família
As equipe de Saúde da Família e as Equipes de Saúde Bucal trabalham unidas, em conjunto, mas existem atribuições específicas para ambas e para os membros de cada uma.
Atribuições comuns a todos os
que integram as equipes:
- Conhecer a realidade das famílias pelas quais são responsáveis com ênfase nas suas características sociais, econômicas, culturais, demográficas e epidemiológicas;
- Identificar os problemas de saúde e situações de risco mais comuns aos quais aquela população está exposta;
- Elaborar, com a participação da comunidade, um plano local para o enfrentamento dos problemas de saúde e fatores que colocam em risco a saúde;
- Executar, de acordo com a qualificação de cada profissional, os procedimentos de vigilância e de vigilância epidemiológica, nas diferentes fases do ciclo de vida;
- Valorizar a relação com o usuário e com a família, para a criação de vínculo de confiança, de afeto, de respeito;
- Realizar visitas domiciliares de acordo com o planejamento;
- Resolver os problemas de saúde do nível de atenção básica;
- Garantir acesso à continuidade do tratamento dentro de um sistema de referência e contra-refência para os casos de maior complexidade ou que necessitem de internação hospitalar;
- Prestar assistência integral à população adscrita, respondendo à demanda de forma contínua e racionalista;
- Coordenar, participar de e/ou organizar grupos de educação para a saúde;
- Promovendo ações intersetoriais e parcerias com organizações formais e informais existentes na comunidade para o enfretamento conjunto dos problemas identificados;
- Fomentar a participação popular, discutindo com a comunidade conceitos de cidadania, de direitos à saúde e suas bases legais;
- Incentivar a formação e/ou participação ativa da comunidade nos conselho locais de saúde e no conselho Municipal de Saúde;
- Auxiliar na implantação do cartão Nacional de Saúde.
Atribuições especificas do médico
- Realizar consultas clinicas aos usuários da sua área adstrita;
- Executar as ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso;
- Realizar consultas e procedimentos na USF e, quando necessário, no domicílio;
- Realizar as atividades clínicas correspondentes ás áreas prioritárias na intervenção na atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência à Saúde - NOAS 2001;
- Aliar a atuação clínica à prática da saúde coletiva;
- Fomentar a criação de grupos de patologias especificas, como de hipertensos, de diabéticos, de saúde mental, etc;
- Realizar o pronto atendimento médico nas urgências e emergências;
- Encaminhar aos serviços de maior complexidade, quando necessário, garantindo a continuidade do tratamento na USF, por meio de um sistema de acompanhamento e referência e contra-referência;
- Realizar pequenas cirurgias ambulatórias;
- Indicar internação hospitalar;
- Solicitar exames complementares;
- Verificar e atestar óbito.
Atribuições específicas do enfermeiro
- Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada;
- Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares, prescrever/transcrever medicações, conforme protocolos estabelecidos nos Programas do Ministério da Saúde e as Disposições legais da profissão;
- Planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a USF;
- Executar as ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto, e idoso;
- No nível de suas competência, executar assistência básica e ações de vigilância epidemiologica e sanitária;
- Realizar ações de saúde em diferentes ambientes, na USF e, quando necessário, no domicílio;
- Realizar as atividades corretamente às áreas prioritárias de intervenção na Atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência à Saúde - NOAS 2001;
- Aliar a atuação clínica à prática da saúde coletiva;
- Organizar e coordenar a criação de grupos de patologias específicas, como de hipertensos, de diabéticos, de saúde mental, etc;
- Supervisionar e coordenar ações para capacitação dos Agentes Comunitário de Saúde e de auxiliares de enfermagem, com vistas ao desempenho de sua funções.
Atribuições específicas da auxiliar de enfermagem
- Realizar procedimento de enfermagem dentro das suas competência técnicas e legais;
- Realizar procedimentos de enfermagem nos diferentes ambientes, UFS e nos domicílios, dentro do planejamento de ações traçado pela equipe;
- Preparar o usuário para consultas médicas e de enfermagem, exames e tratamentos na USF;
- Zelar pela limpeza e ordem do material, de equipamento e de dependências da USF, garantindo o controle de infecção;
- Realizar busca ativa de casos, como tuberculose, hanseníase e demais doenças de cunho epidemiológico;
- No nível de suas competência, executar assistência básica e ações de vigilância epidemiológica e sanitária;
- Realizar ações de educação em saúde aos grupos de patologias específicas e às família de risco, conforme planejamento da USF.
Atribuições específicas do cirurgião dentista
- Realizar levantamento epidemiológico para traçar o perfil de saúde bucal da população adscrita;
- Realizar os procedimentos clínicos definidos na Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB/SUS 96 - e na Norma Operacional Básica da Assistência à Saúde (NOAS);
- Realizar o tratamento integral, no âmbito da atenção básica para a população adscrita;
- Encaminhar e orientar os usuários que apresentam problema complexos a outros níveis de assistência, assegurando seu acompanhamento;
- Realizar atendimentos de primeiros cuidados nas urgências;
- Realizar pequenas cirurgias ambulatoriais;
- Prescrever medicamentos e outras orientações na conformidade dos diagnósticos efetuados;
- Emitir laudos, pareceres e atestados sobre assuntos de sua competência;
- Executar as ações de assistência integral, aliado a atuação clínica à saúde coletiva, assistindo as famílias, indivíduos ou grupo específicos, de acordo com planejamento local;
- Coordenar ações coletivas voltadas para promoção e prevenção em saúde bucal;
- Programar e supervisionar o fornecimento de insumos para as ações coletivas;
- Capacitar as equipes de saúde da família no que se refere às ações educativas e preventivas em saúde bucal;
Atribuições específicas do TSB
(Técnico em Saúde Bucal) ou THD (Técnico de Higiene Dental)
- Sob a supervisão do cirurgião dentista, realizar procedimentos preventivos, individuais ou coletivos, nos usuários para o atendimento clínicos, como escovação supervisionada, evidenciação de placa bacteriana, aplicação tópica de flúor, selantes, raspagem, alisamentos e polimentos, bochechos com flúor, entre outros;
- Realizar procedimentos reversíveis em atividades restauradoras, sob supervisão do cirurgião dentista;
- Cuidar da manutenção e conservação dos equipamentos odontológicos;
- Acompanhar e apoiar o desenvolvimento dos trabalhos da equipe de saúde da família no tocante à saúde bucal.
Atribuições específicas do ACD
(Atendente de Consultório Dentário)
- Proceder à desinfeccão e esterilização de materiais e instrumento utilizados;
- Sob supervisão do cirurgião dentista ou do THD, realizar procedimentos educativos e preventivos aos usuários, individuais ou coletivos, como evidenciação de placa bacteriana, escovação supervisionada, orientações de escovação, uso de fio dental;
- Preparar e organizar o instrumental e materiais (sugador, espelho, sonda, etc.) necessário para o trabalho;
- Instrumentalizar o cirurgião dentista ou THD durante a realização de procedimentos clínicos(trabalho a quatro mão);
- Agendar o paciente e orientá-lo ao retorno e à preservação do tratamento; - Acompanhar e desenvolver trabalhos com a equipe de Saúde da Família no tocante à saúde bucal.
Atribuições específicas do Agente Comunitário de Saúde
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) mora na comunidade e está vinculado à USF que atende a comunidade. Ele faz parte do time da Saúde da Família!
Quem é o agente comunitário?
È alguém que se destaca na comunidade, pela capacidade de se comunicar com as pessoas, pela liderança natural que exerce. O ACS funciona como elo entre a Equipe de Saúde e a comunidade. Está em contato permanente com as famílias, o que facilita o trabalho de vigilância e promoção da saúde, realizado por toda a equipe. É também um elo cultural, que dá mais força ao trabalho educativo, ao unir dois universos culturais distintos: o do saber científico e o do saber popular.
O seu trabalho é feito nos domicílios de sua área de abrangência.
As atribuições específicas do ACS são as seguintes:
- Realizar mapeamento de sua área;
- Cadastrar as famílias e atualizar permanentemente esse cadastro;
- Identificar indivíduos e famílias expostos a situações de risco;
- Identificar área de risco;
- Orientar as famílias para utilização adequada dos serviços de saúde, encaminhando-as e até agendando consultas, exames e atendimento odontólogico, quando necessário;
- Realizar ações e atividades, no nível de suas competências, na áreas prioritárias da Atenção Básicas;
- Realizar, por meio da visita domiciliar, acompanhamento mensal de todas as famílias sob sua responsabilidade;
- Estar sempre bem informado, e informar aos demais membros da equipe, sobre a situação das família acompanhadas, particularmente aquelas em situações de risco;
- Desenvolver ações de educação e vigilância à saúde, com ênfase na promoção da saúde e na prevenção de doenças;
- Promover a educação e a mobilização comunitária, visando desenvolver ações coletivas de saneamento e melhoria do meio ambiente, entre outras;
- Traduzir para a ESF a dinâmica social da comunidade, suas necessidades, potencialidades e limites;
- Identificar parceiros e recursos existentes na comunidade que possa ser potencializados pela equipe.
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